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Os anos não foram suficientes para me fazer esquecer. Na mente apenas um distante e confuso reflexo do que você foi ou do que eu imaginei que fosse. Meu cérebro, como toda boa máquina, tenta reconstruir pedaço por pedaço, unindo o gosto de lágrima ao que perdi da infância.

Rascunho do que poderia ser absoluto, mas não passou de sombra, ausência. Que mesmo morte, viva cheio de dor como uma ferida recém aberta. As cicatrizes permanecem e ficam grudadas na pele… para que a gente nunca se esqueça de quem as deixou.