O MEME AMERICANO: O MUNDO REAL E VIRTUAL SE FUNDEM!

The American Meme

Gente, eu adoro documentários! Outro dia assisti “The American Meme”, um doc bem interessante que faz uma reflexão crítica sobre como a internet e as redes sociais (em especial, o Instagram) mudaram o comportamento social contemporâneo. Gosto muito de análises sobre o tema, pois trabalho exatamente com isso e percebo, cada vez mais, o quanto somos influenciados pelo mundo virtual (e como ele está se homogeneizando com o mundo real).

A frase de uma das influencers, que participam do documentário, é bem impactante, mas sensata: ela diz, mais ou menos, que a junção do mundo virtual com o real é tão evidente e forte, que quem não se adapta, fica pra trás.  Depois de estudar muito marketing, analytics e técnicas de SEO, estou me distanciando cada vez mais das redes. Por uma questão particular, já não tenho mais certos aplicativos instalados no celular, por exemplo. Uso o Instagram, pois gosto muito de fotos. Mas, em geral, tenho me distanciado cada vez mais como usuária (e me aproximado como profissional). [Bom, não que isso seja muito relevante ao texto, mas vamos lá].

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As redes criam uma falsa ilusão de felicidade e proximidade, isso todo mundo já está careca de saber.  Mas, um dos temas que mais se aborda hoje, no cenário comunicacional, são como as métricas de felicidade (likes, comentários, compartilhamentos) funcionam como uma espécie de “droga”, pois criam uma sensação momentânea de aceitação e popularidade.  Não é que todo mundo goste de ser visto, mas todo ser humano gosta de ser bem aceito. Quer dizer, ninguém quer ser criticado, certo?

E é exatamente isso que as redes sociais proporcionam. Um ápice momentâneo e ilusório de sucesso. Há também as sanções, é claro: os haters, as denúncias. Mas, elas ainda servem como instrumento de vício e controle, que faz com que o usuário se molde à sua bolha…

Paris HiltonBom, o tema é bem complexo, mas muito atual e que gera uma discussão muito interessante. No documentário, podemos ver a evolução das redes sociais, das webcelebridades, das publicações patrocinadas (que geram milhões) e como esses “famosos da internet” fabricam a imagem de perfeição (e ganham muito com ela).  Além disso, há um análise bem interessante sobre a Paris Hilton e sua trajetória como influencer (e, sem dúvidas, precursora das Kardashians).

Tá aí uma dica para quem gosta de comunicação e quer entender um pouco mais sobre esse cenário, complexo (e encantador!)

 

 

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